Célia Maria Cassiano recebeu o diagnóstico de uma doença neurodegenerativa em 2025. Procedimento é legalizado na Suiça
Uma brasileira com doença degenerativa morreu na Suíça após passar por um procedimento de morte assistida, prática legal no país europeu, mas proibida no Brasil.
A paciente, identificada como Célia Maria Cassiano, havia sido diagnosticada com atrofia muscular progressiva e vinha enfrentando perda gradual dos movimentos e agravamento do quadro clínico. Diante da evolução da doença, ela decidiu buscar o procedimento em uma organização suíça especializada nesse tipo de assistência.
Antes da morte assistida, ela publicou um vídeo de despedida nas redes sociais, no qual afirmou ter vivido uma vida satisfatória e disse ter optado pelo procedimento como forma de evitar sofrimento prolongado. Ela também relatou que o processo envolveu preparação médica e apoio de profissionais durante a viagem até Zurique.
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A morte assistida é autorizada na Suíça sob regras específicas e geralmente exige avaliação médica rigorosa, além da confirmação de que o paciente tem plena capacidade de decisão.
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O caso repercutiu nas redes sociais e reacendeu o debate sobre o direito à morte digna e a legislação sobre o tema em diferentes países.
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