Crime foi cometido em Sydney (Austrália) quando Tayla Lee Brailey era recém-casada
Uma professora de 32 anos foi condenada pela Justiça após cometer abusos sexuais contra dois estudantes adolescentes. O caso ganhou repercussão após a divulgação dos detalhes do processo, que revelou episódios ocorridos em diferentes ambientes e a perda do emprego da mulher depois que os crimes vieram à tona.
Identificada como Tayla Lee Brailey, a professora manteve relações sexuais com um aluno de 17 anos e praticou toques de natureza sexual contra outro estudante, de 16 anos. Os episódios ocorreram em julho de 2023 e envolveram situações fora e dentro do ambiente escolar.
Durante o julgamento, a defesa alegou que a mulher enfrentava problemas de saúde mental e passava por um episódio de mania associado ao transtorno bipolar. Segundo essa versão, ela teria sentido dificuldade para controlar os próprios impulsos. A Justiça, porém, considerou que a professora tinha consciência de que suas atitudes eram erradas e poderia ter evitado os abusos.
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A juíza responsável pelo caso destacou que a acusada persistiu nas ações e tomou medidas para ocultar o comportamento. O tribunal também reconheceu os danos provocados às vítimas, incluindo o impacto emocional sobre um dos adolescentes, que chegou a se culpar pelo ocorrido.
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Além da condenação, Brailey perdeu o emprego e foi presa em agosto de 2024. A sentença prevê penas relacionadas aos crimes cometidos contra os dois estudantes, e a professora poderá ter direito à liberdade condicional em 2027. O caso reacendeu o debate sobre a responsabilidade de profissionais da educação e a necessidade de proteger estudantes contra abusos cometidos por pessoas em posição de confiança.