De janeiro a abril, o país registrou saldo positivo de 699.762 empregos com carteira assinada
O público inscrito no Cadastro Único foi responsável por 87,2% do saldo de empregos formais criados no Brasil entre janeiro e abril de 2026, segundo dados analisados no período.
O levantamento indica que a maior parte das novas vagas com carteira assinada foi ocupada por trabalhadores de baixa renda ou em situação de vulnerabilidade social, grupo que integra o CadÚnico e concentra beneficiários de programas sociais do governo.
Esse resultado sugere uma forte participação desse público na retomada do mercado de trabalho formal no começo do ano, especialmente em setores com maior rotatividade, como serviços e comércio.
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Especialistas costumam apontar que esse tipo de dado reflete tanto a entrada de novos trabalhadores no mercado formal quanto a migração de pessoas que estavam em ocupações informais ou fora do emprego.
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O indicador é usado pelo governo para avaliar políticas de inclusão produtiva e o impacto de programas de assistência na reinserção de famílias de baixa renda no mercado de trabalho.