O crescimento foi de 1,7% em relação ao trimestre anterior, que registrou 4.881 processos
De acordo com levantamento do Monitor RGF, 29% das empresas que saíram de processos de recuperação judicial no segundo semestre deste ano acabaram falindo. No período, também foi identificado que o número de empresas em recuperação judicial no Brasil voltou a subir, alcançando 4.965 companhias com processos ativos — o maior volume da série histórica iniciada em 2023 pelo Monitor RGF da Recuperação Judicial em 2023.
O crescimento foi de 1,7% em relação ao trimestre anterior, que registrou 4.881 processos. Apesar da alta, houve uma desaceleração no ritmo de crescimento: no 1º trimestre de 2025, o avanço havia sido de 6,9%.
O Índice RGF de Recuperação Judicial (IRJ-RGF), que mede a proporção de empresas em RJ a cada mil em atividade, passou de 1,98 para 1,97. A leve queda é explicada pelo aumento na base de empresas ativas no país, que subiu cerca de 61 mil no trimestre, explica a RGF.
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Segundo Gallegos, o cenário ficou ‘mais duro’. Além do crédito restrito e das altas taxas de juros, a instabilidade global aumentou. Quem foca no caixa, renegocia com critério e ajusta a operação com velocidade, atravessa este tipo de ciclo melhor”.
Das 147 empresas que encerraram seus processos de recuperação judicial no trimestre:
58% retornaram à operação ativa e fora da supervisão judicial;
29% foram à falência;
13% foram baixadas ou classificadas como suspensas/inaptas por pendências cadastrais.
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Desde o início deste ano, o Monitor apresenta uma análise por setores da economia. Neste trimestre há um destaque para a agropecuária, com crescimento de 13,8% (de 341 para 388) e IRJ de 11,49 — o mais elevado entre os pilares.
Fonte: Revista IstoÉ