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Quem eram as funcionárias mortas em ataque a escola no Acre: vítimas são identificadas e homenageadas
Foto: Reprodução

Caso ocorreu nesta terça-feira em Rio Branco, no Acre. A arma que o estudante utilizou no crime pertencia ao padrasto dele

O ataque ocorrido em uma escola de Rio Branco, no Acre, que chocou o país, teve como vítimas fatais duas funcionárias da instituição, identificadas como Alzenir Pereira e Raquel Sales Feitosa. As duas trabalhavam no Instituto São José e eram conhecidas pela dedicação ao ambiente escolar e pelo vínculo próximo com alunos e colegas.


Alzenir Pereira, carinhosamente chamada de “Tia Zena” por estudantes, atuava como inspetora e era reconhecida pela forma acolhedora com que tratava os alunos. Sua presença constante no dia a dia da escola a tornava uma figura querida pela comunidade escolar, sendo lembrada por sua atenção e cuidado com as crianças e adolescentes.


Já Raquel Sales Feitosa também exercia a função de inspetora e era descrita como uma profissional comprometida com a segurança e o bem-estar dos estudantes. Assim como a colega, mantinha uma relação próxima com a comunidade escolar, sendo vista como alguém responsável e dedicada ao trabalho.

 

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As duas foram atingidas durante o ataque cometido por um aluno de 13 anos, que invadiu a escola armado e abriu fogo contra pessoas dentro da unidade. O crime deixou ainda outros feridos e provocou pânico entre alunos e funcionários, além de uma forte comoção em todo o país.


A tragédia gerou manifestações de pesar por parte de autoridades, colegas de trabalho e familiares. Mensagens nas redes sociais destacaram o papel das vítimas na escola e lamentaram a perda de profissionais que contribuíam diretamente para o funcionamento e acolhimento no ambiente educacional.

 

ataque em escola no Acre

Foto: Reprodução

 

Além do impacto imediato, o caso reacendeu discussões sobre segurança nas escolas e proteção de profissionais da educação. A morte das duas funcionárias evidenciou a vulnerabilidade desses trabalhadores, que muitas vezes atuam na linha de frente sem estrutura adequada para lidar com situações extremas.

 

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Enquanto as investigações continuam para esclarecer todos os detalhes do ataque, a memória de Alzenir Pereira e Raquel Sales Feitosa permanece marcada pelo reconhecimento de suas trajetórias e pelo impacto positivo que tiveram na vida de estudantes e colegas.
 

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