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Quem recebeu dose fracionada da vacina contra a febre amarela em 2018 deve tomar reforço
Foto: Reprodução

Estudo mostra que dose menor é eficaz por oito anos, ou seja, até 2026; Secretaria da Saúde de São Paulo recomenda que população procure UBS para atualizar carteira

Pessoas que receberam a dose fracionada da vacina contra a febre amarela em 2018 devem procurar uma UBS (Unidade Básica de Saúde) para completar o esquema vacinal, orienta a Secretaria do Estado da Saúde de São Paulo, conforme recomendação do Ministério da Saúde.

 

Na época, diante do avanço de casos de febre amarela, as autoridades de saúde do país decidiram fracionar a vacina a fim de garantir maior cobertura à população. "Em 2018 fizemos a estratégia fracionada porque não havia vacina suficiente para todos", explica Regiane de Paula, coordenadora em saúde da CCD (Coordenadoria de Controle de Doenças) da Secretaria de Saúde paulista .

 

Estudo da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) mostrou que o fracionamento da vacina foi equivalente à proteção da dose convencional por pelo menos oito anos, ou seja, até este ano. Regiane reforça que quem tiver dúvidas sobre se deve ou não receber uma nova dose deve procurar uma UBS. Segundo a Secretaria de Saúde, foram confirmados 57 casos de febre amarela no estado, com 34 óbitos, em 2025.

 

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A campanha da Secretaria de Saúde, que acontece desde o dia 12 de janeiro, também visa reforçar a vacinação contra o sarampo. Apesar de o Brasil ter recuperado o certificado de país livre da doença em 2024 -depois de perdê-lo em 2019- países como os Estados Unidos têm registrado grandes epidemias de sarampo.

 

População que tomou vacina fracionada da febre amarela em 2018 deve receber  reforço | Jornal de Brasília

Foto: Reprodução

 

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No ano passado, o estado de São Paulo registrou dois casos importados do vírus do sarampo. "Reforçamos a importância da vacinação completa contra o sarampo, principalmente para quem trabalha com turismo, taxistas etc.", diz a coordenadora do CCD, complementando que o estado é porta de entrada do vírus por possuir grandes aeroportos internacionais e portos. 

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