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Recompensa de US$ 20 mil é oferecida por informações sobre homem visto decapitando leão-marinho nos EUA
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Recompensa de US$ 20 mil é oferecida por informações sobre homem visto decapitando leão-marinho nos EUA

O Serviço Nacional de Pesca Marinha está oferecendo uma recompensa de US$ 20 mil por informações sobre um homem flagrado decapitando um leão-marinho morto na Califórnia (EUA) no fim de julho. O suspeito foi visto arrancando a cabeça do animal com uma faca de caça serrilhada em uma praia de Monterey, em julho, segundo o órgão, vinculado à Administração Atmosférica e Oceânica dos Estados Unidos (NOAA).
 
A NOAA divulgou uma foto do acusado, que parece ser um homem branco de meia-idade, com barba grisalha e bermuda camuflada, medindo cerca de 1,75 metro. Ele foi visto colocando a cabeça arrancada em um saco plástico e deixando o local num Cadillac Escalade branco de modelo recente, de acordo com a agência. Não está claro por que a recompensa foi oferecida só agora, depois de meses de silêncio.
 
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A NOAA garantiu que o leão-marinho já estava morto quando o homem arrancou sua cabeça, mas a causa da morte não foi determinada.
 
A nova busca é a segunda vez que a agência oferece uma recompensa por pistas de um mutilador de leões-marinhos.

 

Recompensa de US$ 20 mil é oferecida por informações
sobre homem visto decapitando leão-marinho nos EUA
(Foto: Reprodução)

Em março, uma testemunha relatou ter visto um homem de cerca de 30 anos remover a cabeça de um leão-marinho morto em um parque na vila de Bodega Bay. Ele também teria colocado a cabeça em um saco plástico transparente antes de fugir do local em uma bicicleta elétrica.
 
Naquele caso, a agência também ofereceu uma recompensa de US$ 20 mil por informações, mas não há confirmação se o suspeito foi capturado.
 
A mais recente recompensa só será paga se a denúncia levar a uma condenação ou a uma multa civil, segundo a NOAA.
 
Nos EUA, a Lei de Proteção dos Mamíferos Marinhos impõe regras rígidas sobre a interação humana com leões-marinhos e focas da Califórnia. Pela lei, qualquer ação — desde matar até alimentar os animais — é estritamente proibida.
 
Embora algumas espécies de leões-marinhos estejam ameaçadas, o leão-marinho-da-Califórnia não está, mas a espécie foi historicamente caçada por praticamente todas as partes de seu corpo, até os bigodes, que eram usados na fabricação de ferramentas, segundo o Departamento de Pesca e Caça do Alasca.
 
Apesar da aparência fofa, os pinípedes têm se tornado mais agressivos ao longo dos anos, à medida que turistas invadem seus habitats.
 
Em agosto, uma menina de 9 anos foi mordida por um leão-marinho num acampamento de surfe depois que sua turma se aproximou demais do território do animal. O leão-marinho perfurou a perna da garota e a arrastou para baixo d’água antes que o instrutor conseguisse levar as crianças de volta à areia.
 
E em abril, uma colônia de leões-marinhos normalmente dóceis na costa da Califórnia ficou "alterada" após ser infectada por uma alga tóxica que afeta o cérebro. O grupo atacou vários surfistas, inclusive veteranos acostumados às águas da região há décadas.
    
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Fonte: Extra

 

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