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Red Bull admite dificuldade e prevê início duro em 2026: 'temos uma montanha para escalar'
Foto: Reprodução

Laurent Mekies reconheceu que a equipe austríaca terá dificuldade para acompanhar as rivais no início da nova temporada devido à mudança na fabricação do motor

A Red Bull já admite que não deve largar na frente na temporada 2026 da Fórmula 1. O diretor da equipe, Laurent Mekies, afirmou que a escuderia austríaca terá uma verdadeira “montanha para escalar” para alcançar o nível dos principais adversários no início do novo campeonato.

 

Pela primeira vez desde sua entrada na F1, em 2005, a Red Bull passará a fabricar o próprio motor, em parceria com a Ford, e terá de se adaptar à nova unidade de potência prevista no regulamento técnico da categoria.

 

“Sabemos que isso vai trazer dificuldades, noites sem dormir e dores de cabeça. Por isso, peço paciência nos primeiros meses. Ninguém subestima o tamanho da montanha que temos que escalar. É um desafio enorme, mas é exatamente o tipo de desafio que queremos”, disse Mekies em entrevista à Sky Sports.

 

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A mudança fez a equipe adotar um discurso mais cauteloso em relação à competitividade no início da temporada. Segundo o dirigente, seria ingenuidade imaginar que a Red Bull conseguirá competir de igual para igual logo de cara com equipes que desenvolvem motores há décadas.

 

“Seria ingênuo pensar que, depois de fazer tudo do zero, mesmo com o forte apoio da Ford, chegaríamos à primeira corrida no mesmo nível de quem faz isso há muitos anos. Não vai ser assim. Vamos começar atrás”, admitiu.

 

Desde 2019, a Red Bull competia com unidades de potência da Honda, parceria que resultou em uma verdadeira dinastia: o tetracampeonato consecutivo de Max Verstappen, entre 2021 e 2024, além dos títulos de construtores em 2022 e 2023. Apesar do sucesso, o fim da parceria com a montadora japonesa coincidiu com a queda de rendimento da equipe, que terminou os dois últimos campeonatos em terceiro lugar.

 

Em 2025, a Red Bull sofreu para acompanhar a McLaren durante boa parte do ano e só reagiu na reta final da temporada. Após Mekies substituir Christian Horner no comando da equipe, Verstappen venceu seis das últimas nove corridas e ainda brigou pelo título, terminando como vice-campeão, apenas dois pontos atrás de Lando Norris.

 

Isack Hadjar correu com carro da RBR em teste de pós-temporada da F1 2024, no Circuito Yas Marina em Abu Dhabi — Foto: Gongora/NurPhoto via Getty Images

Isack Hadjar correu com carro da RBR em teste de pós-temporada

da F1 2024, no Circuito Yas Marina em Abu Dhabi

(Foto: Gongora/NurPhoto via Getty Images)

 

Na última semana, a equipe revelou a pintura do RB22, carro que será utilizado na aguardada temporada de 2026, marcada por profundas mudanças no regulamento da F1. O monoposto será pilotado por Max Verstappen e pelo francês Isack Hadjar, promovido à equipe principal no lugar de Yuki Tsunoda após estrear na categoria no ano passado pela Racing Bulls.

 

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As dúvidas sobre o real nível de competitividade da Red Bull começarão a ser respondidas já na pré-temporada do Bahrein, que tem início na semana do dia 11 de fevereiro. A primeira prova do campeonato será o GP da Austrália, no fim de semana de 8 de março. 

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