Estudo com ratos indica que neurônios ligados à respiração também podem contrair vasos sanguíneos e elevar a pressão arterial
A hipertensão arterial, conhecida popularmente como pressão alta, é uma condição silenciosa que pode causar danos graves ao organismo, especialmente ao coração, rins e cérebro.
Segundo especialistas, quando não é controlada, a doença pode comprometer regiões do cérebro responsáveis por funções vitais, aumentando o risco de acidente vascular cerebral (AVC), perda de memória e outras complicações neurológicas.
A pressão elevada de forma contínua faz com que os vasos sanguíneos fiquem mais rígidos e estreitos, dificultando a circulação adequada do sangue. Esse processo pode provocar lesões progressivas no tecido cerebral ao longo do tempo.
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Por ser uma doença muitas vezes assintomática, grande parte dos pacientes só descobre o problema quando já apresenta alguma complicação mais grave. Por isso, o monitoramento regular da pressão arterial é considerado essencial por médicos.
Entre os principais fatores de risco estão o sedentarismo, alimentação rica em sal, obesidade, consumo excessivo de álcool, tabagismo e histórico familiar.
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Profissionais de saúde reforçam que o controle da hipertensão envolve mudanças no estilo de vida e, em muitos casos, uso contínuo de medicamentos para evitar danos mais severos ao organismo.