O estado do Rio de Janeiro já confirmou 211 casos de mpox em 2026, segundo dados do Centro de Informações Estratégicas e Resposta de Vigilância em Saúde (CIEVS-RJ). Outros 119 casos suspeitos estão sob investigação. O número de confirmações já é 77% superior ao total registrado durante todo o ano de 2025.
Somente em setembro foram contabilizados 45 novos diagnósticos, tornando o mês o período com maior número de confirmações da doença nos últimos três anos. Atualmente, dez pessoas estão internadas na Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), em Manguinhos, na zona norte da capital fluminense, para tratamento da infecção.
Em todo o Brasil, foram confirmados 665 casos até o final de outubro, conforme dados do Ministério da Saúde. Com os números registrados em 2026, o Rio de Janeiro ocupa a segunda posição entre os estados com mais confirmações, ficando atrás apenas de São Paulo, que contabiliza 268 casos.
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A mpox é uma doença viral causada pelo vírus MPXV e pode ser transmitida de animais para seres humanos e também entre pessoas. Entre os principais sintomas estão lesões na pele, aumento dos gânglios linfáticos, febre, dor de cabeça, dores musculares, calafrios e fraqueza.
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A transmissão ocorre principalmente pelo contato direto com lesões, fluidos corporais ou objetos contaminados, como roupas e lençóis. Para evitar a infecção, as autoridades de saúde recomendam evitar contato com pessoas suspeitas ou diagnosticadas com a doença, manter a higienização das mãos e não compartilhar objetos pessoais. Quem apresentar sintomas deve procurar atendimento médico e adotar o isolamento até receber orientação dos profissionais de saúde.