O desfecho da rixa foi trágico: vigilante preso e a vizinha morta a tiro
Não poderia ter acabado de outra forma a rixa pessoal que envolvia o vigilante Emerson Vasconcelos de Araújo e sua vizinha Alana Arruda Pereira, no final da tarde desta quarta-feira, 28, na Rua da Paz, bairro Betânia, Zona Sul de Manaus.
O delegado George Gomes, adjunto da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), acompanha o caso a partir do desfecho fatal.
Os relatos de vários membros das duas famílias e de outros moradores da rua confirmam que o autor do assassinato e a vítima nutriam uma rixa e um ódio pessoais e que ambos sempre trocaram ofensas morais e ameaças.
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Noite do último dia 18, mais uma briga
acirrada entre o vigilante e Alana
No último dia 18 deste mês, na porta da casa do vigilante, ele e Alana voltaram a discutir, se ofenderam moralmente e quase houve troca de agressões.
Os vídeos foram entregues ao delegado, que rapidamente entendeu que o assassinato da mulher pelo seu vizinho foi motivado pela rixa pessoal entre eles e que as ameaças eram mútuas e não era de hoje que aconteciam.
Na tarde desta quarta-feira, em um novo confronto e troca de ofensas, Emerson matou Alana com um tiro no rosto e se entregou à polícia.
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Alana, na porta da casa de Emerson, fazendo ameaças
e ouvindo agressões verbais do vizinho
(Fotos: Divulgação)
Há relatos de que, na terça-feira à noite, Alana Arruda tinha ido à porta da casa do vigilante, acompanhada de dois homens armados, para fazer ameaças, mas o vigilante não estava no local e o trio foi embora prometendo voltar.
Diante de todos os fatos e relatos que apurou, o delegado George Tomes confirmou que era uma rixa que já dava sinais de terminar de forma trágica e sangrenta.
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