Por Antônio Zacarias - Roberto Cidade, o “Cocô de Ouro”, é um homem patético, ruim e desonesto.
Os comentários pelos corredores da Assembleia Legislativa do Amazonas são unânimes: a casa está abandonada, desde a eleição para a prefeitura de Manaus. Tem dia que nem papel tem nos banheiros. Na área administrativa, faltam materiais básicos para o trabalho.
Mas o “Cocô de Ouro” tem know-how quando o assunto é o uso do dinheiro público para benefício dele e da sua família.
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Matéria publicada pela revista Veja, em 03 de outubro de 2024, denuncia a empresa Metrópole Motors por uso de caminhões e maquinários da prefeitura de Manaus para asfaltamento da sua área externa. A empresa está localizada no bairro de flores, aqui na capital.
Adivinhe de quem é a Metrópole Motors. Acertou. É da família do “Cocô de Ouro”. É do pai e de um sobrinho dele, “laranjas” do “Cocô de Ouro”. A obra foi feita em 2023.
"A apropriação ou o desvio de recursos públicos em benefício próprio ou de terceiros são considerados crimes de peculato e de prevaricação, conforme a Lei 2.848/40. O ato também pode incorrer em improbidade administrativa, o que pode, entre outras sanções, resultar na perda da função ou cargo público".
Ainda em 2024, o Comitê de Combate à Corrupção protocolou denúncia no Ministério Público do Amazonas contra o deputado Roberto Cidade, o “Cocô de Ouro”, por uso indevido de recursos da Aleam para propaganda pessoal.
Dinheiro público para se autopromover tem, mas para comprar papel higiênico para os banheiros da assembleia não tem. Dinheiro tem para filé com cobertura de ouro na Grécia, mas para comprar material administrativo não tem.
“Cocô de Ouro” é esse homem acostumado a usar dinheiro do povo para se beneficiar e "ajudar" sua família. Não por acaso, são todos milionários, fortuna também acumulada com a exploração cruel do povo do interior.
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É preciso defenestrar gente como Roberto Cidade da política. É indivíduo assim o responsável pela miséria do povo, pela falta de remédio nos postos de saúde, pela falta de merenda escolar, pela carência que assola as casas dos trabalhadores amazonenses.
Fora, “Cocô de Ouro!”