Roberto Cidade, o ‘Cocô de Ouro’, nunca foi de muita inteligência, nem de pouca. É conhecido pela sua agressividade. Tem dificuldade de falar e se expressa através de coices do ar, na tentativa de acertar uma vítima da sua prepotência.
Roberto Cidade foi um menino criado com mimos. Não sabia receber um não, que logo se jogava no chão, estrebuchava, batia as mãos e os pés como se estivesse se afogando.
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Sempre foi patético. Foi feito patético.
Cresceu com esse rei na barriga. Cuspia nos empregados da família rica. Fazia beicinho, careta de moleque mimado.
Passou a bater em mulher e nunca escondeu que não gosta de criança. Sua misoginia se confunde com uma postura doentia. Parece ter inveja do sexo feminino. Coisa para a psicanálise estudar e tratar das suas pulsões sexuais.
Na eleição para prefeito de Manaus, aparecia com cara de menino que se lambuza com mingau, dizendo: eu tô é plonto.
O manauara não gostou da sua apresentação. Achou patética. Era patética. Não passava segurança para o eleitor.
Foi deixado para trás.
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Perdeu feio. Não foi sequer para o segundo turno. O povo de Manaus estava certo. Roberto cidade é um cara patético