Após gerações como exclusividades do ser humano, essas habilidades começam a surgir em máquinas
O trabalho do cuidado ao idoso vai além de tarefas práticas, e envolve a capacidade de engajar e entender sentimentos. Após gerações como exclusividades do ser humano, essas habilidades começam a surgir em máquinas.
A Gerontecnologia – estudo da tecnologia relacionada ao envelhecimento –trabalha para desenvolver máquinas que sirvam para suporte emocional, os chamados Robôs Sociais.
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A história destas invenções começou em em 1999 com o Paro, robô japonês com a forma de uma foca, usado para conforto emocional, especialmente de pessoas idosas com demência.
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Hoje, máquinas como essa existem em todos os tipos e formas, a exemplo do Garmi, criado pela Universidade Técnica de Munique, com aparência simpática e capaz de auxiliar em diversas tarefas diárias.