Estudo aponta risco de fragmentos permanecerem no ciclo geológico
Pesquisadores identificaram a presença de “rochas de plástico” em áreas de desova de tartarugas na Ilha da Trindade, localizada no Atlântico Sul, a mais de mil quilômetros do litoral do Espírito Santo. A descoberta acende um alerta sobre os impactos da poluição marinha até mesmo em locais remotos.
Essas formações são resultado da mistura de plástico derretido com areia, fragmentos de rochas vulcânicas e outros materiais naturais. O fenômeno cria estruturas semelhantes a pedras, conhecidas pelos cientistas como “rochas plásticas”.
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O material foi observado em regiões onde tartarugas marinhas depositam seus ovos. Com o desgaste natural causado pelo mar e pela erosão, essas rochas acabam se fragmentando, gerando partículas de plástico que podem permanecer no ambiente e alcançar os ninhos.
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Apesar de a ilha ter presença humana limitada, sua localização em rotas marítimas e em áreas de correntes oceânicas favorece o acúmulo de lixo levado pelo mar. Especialistas alertam que esse tipo de poluição pode afetar o habitat das tartarugas e deixar marcas permanentes no ambiente natural.