Porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, rebate fala de chanceler alemão e diz que garantias de segurança à Ucrânia são impossíveis sem a Rússia
A Rússia descartou a possibilidade de abrir negociações diretas com líderes europeus para discutir o fim da guerra na Ucrânia. O Kremlin afirmou que não vê motivos para um diálogo com países que, segundo Moscou, continuam fornecendo apoio militar e financeiro ao governo ucraniano.
A declaração ocorre em meio a uma nova movimentação diplomática da Europa para ampliar sua participação na busca por uma solução para o conflito. Nos últimos meses, líderes europeus intensificaram as discussões sobre segurança no continente e formas de fortalecer a Ucrânia diante da ofensiva russa.
Segundo o governo russo, qualquer negociação só será considerada se levar em conta os interesses estratégicos de Moscou. O Kremlin também voltou a acusar países europeus de prolongarem a guerra ao ampliar o envio de armas e sistemas de defesa para Kiev.
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Enquanto isso, a tensão segue elevada no campo de batalha. O presidente Vladimir Putin afirmou que a Rússia responderá de forma "várias vezes mais poderosa" a novos ataques ucranianos, reforçando que o país mantém a iniciativa militar no conflito.
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Apesar das tentativas de mediação e das discussões diplomáticas, ainda não há previsão para a retomada de negociações de paz entre Rússia e Ucrânia, e o cenário continua marcado pelo aumento das hostilidades e pelo reforço da segurança na Europa.