A médica Joana Costa explica por que muitas pessoas tomam vitamina D por meses, mas o nível no exame continua baixo
Muito mais que uma simples “vitamina do sol”: a vitamina D funciona como um hormônio regulador de todo o corpo, atuando no sistema imunológico, no equilíbrio hormonal, na saúde óssea, na disposição e até no humor.
De acordo com a médica Joana Costa, pessoas com baixos níveis da substância no organismo tendem a apresentar cansaço crônico, queda de cabelo, imunidade baixa, ganho de peso e sintomas depressivos. “Eu costumo dizer que, sem vitamina D, não existe energia, nem longevidade”.
Joana afirma que, segundo estudos, 90% dos brasileiros têm deficiência de vitamina D e não fazem ideia disso. Os melhores resultados estão associados a níveis acima de 50 ng/mL, especialmente em mulheres no climatério e pós-menopausa, além de pacientes com osteopenia, osteoporose ou doenças autoimunes.
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Portanto, a reposição individualizada e acompanhada por um médico é essencial. A médica ainda pontua que a vitamina D é lipossolúvel, ou seja, precisa de gordura para ser absorvida. Para a médica, suplementar vitamina D de forma injetável (intramuscular) é o jeito mais eficaz, seguro e com resultados rápidos. “Ela passa o intestino, garantindo que 100% da dose chegue ao sangue e às células”, conta Joana ao Metrópoles.
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A profissional compartilha que costuma associar a vitamina D a outros nutrientes, como magnésio, vitamina K2 e zinco, o que potencializa a absorção e o efeito no metabolismo hormonal e imunológico.
Fonte: R7