Além de beneficiar a performance nos treinos, a creatina também melhora as funções cerebrais. Saiba em quais alimentos encontrá-la!
Segundo a especialista, é possível encontrar creatina em proteínas animais, especialmente nas carnes. “A carne vermelha é o alimento que tem o composto em maior quantidade, cerca de 4 a 5 gramas por quilo, que é a quantidade indicada de ingestão diária para otimização das funções musculares e cerebrais”, afirma ela.
Ingrid ainda menciona o peixe, segundo alimento com maior quantidade de creatina, a depender da espécie. “O salmão tem cerca de 4,5g de creatina por quilo”, fala.
A profissional também cita o frango (cerca de 2,5 gramas de creatina por quilo), bem como o ovo e o leite, ambos com quantidades quase irrelevantes da substância.No que diz respeito à suplementação com creatina, Ingrid Albuquerque sugere o consumo diário de 3 gramas. “Geralmente, o medidor que vem dentro do suplemento já tem essa dosagem”, destaca.
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No que diz respeito à suplementação com creatina, Ingrid Albuquerque sugere o consumo diário de 3 gramas. “Geralmente, o medidor que vem dentro do suplemento já tem essa dosagem”, destaca.

A creatina é um composto natural produzido pelo corpo, mas também encontrado em alimentos diversos. Formada por três aminoácidos: glicina, metionina e arginina, a substância está presente, principalmente, nos músculos e no cérebro.

Fotos: Reprodução
De acordo com a nutricionista Ingrid Albuquerque, a creatina desempenha funções importantes na produção de energia. Anteriormente, seus maiores benefícios explorados envolviam a performance nos treinos, mais especificamente o aumento da força e resistência muscular, o que resultava no crescimento de massa e aceleração na recuperação. “A creatina era mais indicada para praticantes de atividade física e atletas”, comenta a profissional.
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Hoje, entretanto, já se sabe que a substância melhora, também, as funções cerebrais, auxiliando na memória, raciocínio e prevenção de doenças neurodegenerativas, como o Alzheimer. “Também ajuda a reduzir o risco de sarcopenia, que é a perda de massa muscular com o passar da idade. Por isso, a cada dia, a creatina tem sido mais indicada também para o público 40+ e idosos”, pontua Ingrid.
Fonte: Revista IstoÉ