Ampliação de serviços no SUS fortalece prevenção, acolhimento e acesso a direitos em todo o país.
Celebrado nesta terça-feira (7), o Dia Mundial da Saúde evidencia os avanços nas políticas públicas voltadas à saúde da mulher no Brasil. No âmbito do Sistema Único de Saúde, novas estratégias e a ampliação de serviços têm reforçado o acesso ao cuidado integral, com foco na prevenção, no acolhimento e na garantia de direitos.
Entre os destaques está a distribuição gratuita de medicamentos e insumos pelo Programa Farmácia Popular, que teve maioria feminina entre os beneficiários em 2025. Também ganham relevância o fortalecimento do pré-natal na atenção básica, com milhões de gestantes atendidas, e a ampliação de exames preventivos, como o de colo do útero e a mamografia.
Uma das iniciativas recentes é a oferta de teleatendimento em saúde mental para mulheres em situação de violência. O serviço permitirá acompanhamento psicológico à distância, integrado à rede de proteção.
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A ação faz parte do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio e começará pelas cidades de Recife e Rio de Janeiro, com previsão de expansão para todo o país até junho de 2026. A estimativa é de milhões de atendimentos anuais, facilitando o acesso por meio de encaminhamentos na rede de saúde ou pelo aplicativo Meu SUS Digital.
Outro avanço é o Programa de Promoção e Proteção da Saúde e da Dignidade Menstrual, que garante a distribuição gratuita de absorventes para pessoas em situação de vulnerabilidade. A iniciativa atende, principalmente, estudantes da rede pública, pessoas em situação de rua e em privação de liberdade.
Além da oferta de insumos, o programa promove ações educativas sobre saúde menstrual, contribuindo para reduzir estigmas e ampliar o acesso à informação e ao autocuidado.
NOVO MÉTODO CONTRACEPTIVO GRATUITO
O Ministério da Saúde também anunciou a disponibilização gratuita do implante contraceptivo subdérmico Implanon no SUS. Considerado um dos métodos mais eficazes e de longa duração, o dispositivo tem ação de até três anos.
A medida busca ampliar o acesso ao planejamento reprodutivo, especialmente para mulheres em situação de vulnerabilidade. As primeiras unidades já foram distribuídas, e profissionais de saúde estão sendo capacitados para realizar o procedimento com segurança.
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Com investimento significativo, a expectativa é ampliar o acesso ao método, que na rede privada pode ter custo elevado, fortalecendo a autonomia e o cuidado com a saúde das mulheres em todo o país.