Secretário afirma que movimentação na unidade prisional da PM foi uma manifestação de detentos e não uma rebelião.
O secretário de Segurança Pública do Amazonas, Anézio Brito de Paiva, afirmou nesta terça-feira (1º) que a movimentação registrada na Unidade Prisional da Polícia Militar do Amazonas (UPPM-AM) não foi uma rebelião, mas uma manifestação dos policiais militares que estão presos na unidade.
A declaração foi dada durante entrevista ao programa Em Alta, da Rádio Antena 1 Manaus. A unidade fica no quilômetro 8 da BR-174 e abriga cerca de 70 policiais militares.
Diante da ocorrência, equipes do Batalhão de Choque e negociadores do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) foram deslocados para o local. Segundo o secretário, o objetivo era entender as reivindicações dos detentos e buscar uma solução para a manifestação.
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O secretário de Estado de Administração Penitenciária, coronel Paulo César, também esteve na unidade para acompanhar a situação e verificar as demandas apresentadas pelos presos.
Os motivos que levaram à mobilização ainda estavam sendo apurados. Relatos preliminares apontavam possíveis reclamações relacionadas ao tratamento recebido pelos internos, à alimentação e à alteração no dia das visitas familiares. Essas informações, no entanto, não foram confirmadas pelo secretário de Segurança.
Anézio Paiva ressaltou que a movimentação estava concentrada exclusivamente na unidade prisional destinada aos policiais militares e que as demais penitenciárias do Amazonas funcionavam normalmente.
"Deixo bem claro que é exclusivamente nessa unidade prisional. O restante das unidades prisionais está dentro da normalidade", afirmou.
Informações divulgadas anteriormente indicavam que quatro policiais poderiam ter sido mantidos como reféns durante a ocorrência. Questionado sobre o caso, o secretário não confirmou nem apresentou detalhes sobre a situação.
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Até o momento, a SSP-AM também não informou se houve feridos, se os policiais mencionados foram liberados ou se a manifestação já havia sido encerrada.
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