O segundo turno das eleições de 2026 começou neste domingo (25) com registros de possíveis crimes eleitorais e a substituição de equipamentos de votação em diferentes regiões do país. Segundo as informações divulgadas durante o acompanhamento do pleito, o Ministério da Justiça registrou 58 ocorrências suspeitas, enquanto o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) já havia trocado mais de 900 urnas eletrônicas.
A disputa pela Presidência da República ocorre entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). Além da escolha do próximo presidente, eleitores de cinco estados e do Distrito Federal também vão às urnas para decidir quem comandará os governos estaduais.
As ocorrências registradas pelo Ministério da Justiça são tratadas como possíveis crimes eleitorais e dependem de apuração pelas autoridades competentes. Os casos podem envolver diferentes irregularidades relacionadas ao processo de votação, mas a confirmação de infrações depende da análise de cada situação.
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A substituição de urnas eletrônicas faz parte dos procedimentos previstos para garantir a continuidade da votação quando equipamentos apresentam falhas ou precisam ser retirados de operação. A troca é realizada pela Justiça Eleitoral, com o objetivo de permitir que os eleitores votem normalmente.
Em outra ocorrência registrada neste domingo, passageiros denunciaram dificuldades para embarcar no Porto de Icoaraci, em Belém, com destino à região do Marajó. Segundo relatos, mais de 200 pessoas ficaram sem embarcar pela manhã, apesar da expectativa de transporte gratuito para que eleitores pudessem chegar aos locais de votação.
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As autoridades eleitorais e os órgãos de segurança acompanham as ocorrências ao longo do dia. Os números podem ser atualizados conforme novas informações são recebidas, e o balanço final deverá apresentar o total de registros e as medidas adotadas durante o segundo turno.