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Manaus
18/05/2020

Sejusc e demais órgãos da rede de proteção de crianças e adolescentes promovem rodas de conversa on-line

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Foto: Divulgação

Iniciativa inicia nesta segunda-feira (18/05), com especialistas no combate à violência infantojuvenil no estado, e integra ações da campanha “Maio Laranja”

O Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Estado de Justiça, Direitos Humanos e Cidadania (Sejusc), realiza nesta segunda-feira (18/05) uma roda de conversa on-line com profissionais que atuam no combate à violência infantojuvenil no Amazonas.

 

A data marca o Dia de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Criança e Adolescentes, em consonância com a campanha do Governo Federal, o “Maio Laranja”. 

 

A secretária titular da Sejusc, Caroline Braz, e a presidente do Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente (Cedca), Alcione Lelis, serão as palestrantes do primeiro dia.


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A roda de conversa será transmitida ao vivo, a partir das 17h, pelo aplicativo “Mano”, uma das plataformas utilizadas pelo Centro de Mídias de Educação do Amazonas (Cemeam) para exibir aulas para alunos da capital e interior. Além do aplicativo, a página da Sejusc no Facebook também exibirá a roda de conversa. 

 

Amanhã (19/05) e na quarta-feira (20/05), participam do projeto representantes de outros órgãos e entidades da Administração Pública e da sociedade civil, como a Coordenadoria da Infância e Juventude, a Secretaria de Estado de Assistência Social (Seas) e a Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca). 

 

De acordo com Caroline Braz, o dia 18 de maio é um dos mais importantes dentro da campanha contra o abuso e a exploração sexual infantil.

 

Ela explica que a data tem o objetivo de alertar a sociedade para o combate a esse tipo de violência contra as crianças e jovens, principalmente neste período de isolamento social, em que muitas crianças e adolescentes estão em casa, sujeitos a algum tipo de abuso, considerando que a maior parte desses crimes é cometida por familiares ou pessoas próximas. 

 

“Neste ano, o 18 de maio será uma data diferenciada, primeiro porque nós estamos completando 20 anos do Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes.

 

Além disso, estamos vivendo um momento diferente, em que essas crianças estão em casa, com muitas famílias em isolamento social, e o que nos preocupa é que a maior parte desses abusos é, infelizmente, cometida dentro de casa e por pessoas da confiança e da convivência dessas crianças. Por isso é tão importante esta parceria", disse a titular da Sejusc. 

 

As palestras serão divulgadas para todos os municípios do interior, por meio do aplicativo “Mano”. “A gente espera que muitas pessoas assistam, porque nós vamos explicar toda a rede de proteção, como fazer a denúncia, quais os canais de denúncia e, principalmente, conscientizar a nossa população pelo fim da violência e exploração sexual das nossas crianças”, acrescentou a secretária.


Dentro do tema, os especialistas da rede de proteção local abordarão questões sobre relação de poder, gênero e sexualidade, relacionamentos e sentimentos, formas de violência e informações sobre os canais de denúncia. As rodas de conversa terão como público-alvo crianças, adolescentes e a sociedade em geral.


‘Maio Laranja’ – A campanha “Maio Laranja” foi lançada pelo Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos com a finalidade de combater a exploração sexual de crianças e adolescentes, por meio de ações preventivas, contribuindo para a erradicação das violações de direitos sofridos por este público.


Dia 18 de Maio - O dia 18 de maio, Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, foi instituído pela Lei Federal nº 9.970/2000 e é uma conquista que demarca a luta pelos direitos humanos de crianças e adolescentes no território brasileiro.

 

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A data evoca o dia 18 de maio de 1973, quando, na cidade de Vitória (ES), uma criança de apenas 8 anos foi raptada, estuprada e morta por jovens de classe média. O crime bárbaro ficou conhecido como o “Caso Araceli” e até hoje está impune.

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