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Sem preconceito: veja mitos e verdades sobre a hanseníase
Foto: Reprodução/Shutterstock

A hanseníase tem cura e tratamento gratuito pelo SUS, mas ainda enfrenta estigmas. Informação é essencial para diagnóstico precoce e prevenção

A Hanseníase ainda carrega estigmas que dificultam o diagnóstico e o tratamento no Brasil. Mesmo sendo uma doença curável, ela continua cercada por medo e desinformação, o que atrasa a busca por ajuda médica.

 

Causada pela bactéria Mycobacterium leprae, a doença afeta principalmente a pele e os nervos periféricos. Quando não tratada, pode provocar perda de sensibilidade, fraqueza muscular e até deformidades permanentes.

 

A transmissão acontece pelas vias respiratórias, mas exige contato próximo e prolongado com uma pessoa infectada que ainda não iniciou tratamento. Ao contrário do que muitos pensam, a doença não é transmitida por abraço, aperto de mão ou compartilhamento de objetos, e o paciente deixa de transmitir após começar a medicação.

 

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Entre os principais sinais estão manchas na pele que não coçam, dormência, formigamento e perda de sensibilidade ao calor ou ao toque. Identificar esses sintomas cedo é fundamental para evitar sequelas e interromper a cadeia de transmissão.

 

O tratamento é feito com antibióticos, por meio da poliquimioterapia, com duração de seis meses a um ano. Ele é gratuito e oferecido pelo Sistema Único de Saúde, permitindo que o paciente mantenha sua rotina normalmente durante o processo.

 

Combater os mitos é essencial. A hanseníase tem cura, não está ligada à falta de higiene e não é altamente contagiosa como muitos acreditam. A informação correta é a principal aliada para reduzir o preconceito e incentivar o diagnóstico precoce.

 

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Falar sobre a doença de forma clara é um passo importante para salvar vidas, evitar complicações e promover mais inclusão. 

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