Texto prevê que assunto esteja presente em todos os anos de ensino, não ficando exclusivo para uma única faixa de idade, assim como acontece com as demais disciplinas básicas
O Senado aprovou a inclusão da educação financeira como tema obrigatório nos currículos do ensino fundamental e do ensino médio. A proposta prevê que o assunto seja trabalhado de forma transversal, integrado a diferentes disciplinas, sem a criação de uma matéria específica.
A medida tem como objetivo preparar estudantes para lidar melhor com questões como planejamento financeiro, consumo consciente, organização do orçamento, investimentos e prevenção ao endividamento. O conteúdo poderá ser abordado em áreas como matemática, história e geografia, entre outras.
O projeto altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) para incluir a educação financeira como tema contemporâneo e integrador na formação básica dos alunos. A proposta já vinha sendo debatida no Congresso e passou por análise nas comissões do Senado antes de avançar para votação.
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Defensores da iniciativa afirmam que o ensino de finanças desde a infância pode ajudar jovens a tomar decisões mais conscientes e compreender melhor o funcionamento da economia. A medida também prevê que a abordagem seja adaptada à realidade dos estudantes e aplicada de maneira prática no ambiente escolar.
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Com a aprovação, a proposta segue os próximos passos do processo legislativo antes de entrar em vigor. A educação financeira já aparece na Base Nacional Comum Curricular (BNCC) como tema transversal, mas a nova regra busca reforçar sua presença nas escolas brasileiras.