Mesmo com pressão democrata, proposta para frear ações militares do presidente não avança no Congresso
O Senado dos Estados Unidos voltou a rejeitar, pela quarta vez em 2026, uma proposta destinada a limitar os poderes de guerra do presidente Donald Trump em relação ao Irã. A medida buscava obrigar o chefe do Executivo a obter autorização prévia do Congresso para qualquer nova ação militar contra o país do Oriente Médio.
Na votação mais recente, o texto não alcançou apoio suficiente para ser aprovado, registrando 52 votos favoráveis e 47 contrários resultado que, na prática, impediu o avanço da proposta.
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O líder da minoria no Senado, Chuck Schumer, afirmou que os democratas pretendem manter a pressão e devem forçar novas votações semanais sobre o tema. A estratégia busca aumentar o debate e tentar reverter a resistência da maioria republicana.
Entre os republicanos, há sinais de possível mudança de posição ao longo do tempo. O senador Thom Tillis indicou que pode apoiar algum tipo de restrição caso o conflito ultrapasse 60 dias.
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Já a liderança republicana não descarta discutir uma autorização formal para o uso da força militar se a situação se prolongar por 90 dias, o que abriria caminho para um novo embate político no Congresso sobre o alcance dos poderes presidenciais em tempos de guerra.