Pesquisas recentes mostram uma tendência surpreendente: os jovens de hoje estão fazendo menos sexo do que as gerações anteriores na mesma faixa etária
Calma, o sexo não está em extinção, mas existem sinais... E eles apontam para a necessidade de mudanças imediatas! Durante décadas, a intimidade foi quase sinônimo de sexo. E o sexo, por sua vez, quase sempre foi reduzido a um roteiro previsível: penetração, orgasmo, fim. Mas a Geração Z (os nascidos entre 1997 e 2012) parece estar reescrevendo esse manual. Em vez de enxergar o sexo como o centro das relações, muitos jovens estão priorizando outros tipos de conexão: emocional, energética, intelectual ou até espiritual.
Afinal, o que está acontecendo? Estariam os jovens “menos interessados” em sexo ou apenas mais conscientes sobre o que realmente desejam? Pesquisas recentes em vários países mostram uma tendência surpreendente: os jovens de hoje estão fazendo menos sexo do que as gerações anteriores na mesma faixa etária.
O fenômeno, que já é chamado de sexual recession (recessão sexual), não se deve à falta de desejo, mas à mudança de valores, e é aí que reside toda a diferença. Para muitos da Geração Z, o sexo perdeu o status de “obrigação social”.
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Durante muito tempo, ser sexualmente ativo era quase um marcador de sucesso pessoal, um símbolo de popularidade, virilidade ou liberdade. Hoje, isso já não soa tão bem assim...
As redes sociais, os debates sobre saúde mental e a crescente valorização do consentimento e do respeito ao próprio tempo estão transformando o modo como o sexo é percebido. A Geração Z não quer “fazer por fazer”. Quer se sentir que faz parte de uma conexão de valor.

Foto: Reprodução
Há também uma redefinição do que significa intimidade. Para muitos jovens, intimidade não se limita a corpos nus. Ela pode estar em conversas profundas, cumplicidade silenciosa, trocas de olhares e gestos de cuidado. Enquanto as gerações anteriores aprenderam que o sexo era o ápice da proximidade, a Geração Z aprendeu que nem sempre é preciso tirar a roupa para se sentir verdadeiramente conectado com o outro.
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O sexo pode acontecer, claro, mas não precisa ser o ponto central. Alguns chamam isso de slow intimacy: um movimento que valoriza a qualidade da presença, o tempo para se conhecer e a escolha de quando (e se) o sexo entra na história.
Fonte: Extra