Um caso chocante abalou os bastidores do Judiciário amazonense! A Corregedoria-Geral do Tribunal de Justiça do Amazonas decidiu afastar, por 30 dias, o servidor Carlos André Santiago Vieira após surgirem denúncias gravíssimas envolvendo ameaças contra uma criança de apenas 11 anos.
A decisão, assinada pelo corregedor-geral José Hamilton Saraiva dos Santos, aponta indícios de que o servidor teria usado o nome e o peso do Tribunal de Justiça do Amazonas para intimidar de forma privada. Segundo os autos, ele teria enviado mensagens, áudos e feito ligações com teor ameaçador e o mais alarmante: teria se apresentado como juiz para dar ainda mais força às intimidações!
O caso ganha contornos ainda mais delicados porque envolve uma criança descrita como neurodivergente e diagnosticada com TDAH. A situação acendeu um alerta vermelho dentro da instituição, que viu risco direto à credibilidade do Judiciário.
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MEDIDA URGENTE
Para evitar maiores danos, a Corregedoria determinou o afastamento imediato do servidor, mantendo sua remuneração, enquanto as investigações seguem. Ele foi notificado e deverá apresentar defesa. Além disso, foram solicitadas sua ficha funcional e cópias integrais do processo, além do envio de informações à Polícia Civil e ao Ministério Público.

CASO PODE IR PARA O TRIBUNAL DO JÚRI
Na esfera criminal, o Ministério Público do Amazonas foi direto: há indícios de que os fatos podem configurar crime doloso contra a vida. Com isso, o órgão defende que o caso seja levado ao Tribunal do Júri.
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Foto: Divulgação
REPERCUSSÃO
O episódio levanta questionamentos sérios sobre conduta, abuso de autoridade e o uso indevido da imagem de instituições públicas. Agora, o desfecho depende das investigações mas o caso já é considerado um dos mais sensíveis dos últimos tempos no Judiciário amazonense.
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