Mobilização pressiona governo interino por reajustes e cobra tratamento igual ao dado a outras categorias do funcionalismo.
Profissionais das áreas de educação e saúde realizaram, na manhã desta segunda-feira (4), um ato público unificado em frente à Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas, em Manaus, para reivindicar reajuste salarial e a abertura de diálogo com o governo estadual. A mobilização ocorre no mesmo dia em que os deputados devem escolher o novo governador que ficará no cargo até janeiro de 2027.
Segundo o Sindicato dos Professores e Pedagogos de Manaus (Asprom Sindical), a categoria da educação pede um reajuste de 13%, além da revisão do auxílio-alimentação, pagamento de insalubridade, atualização do Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração (PCCR) e a manutenção do auxílio-transporte para professores com mais de 60 anos. Os trabalhadores também cobram melhores condições de trabalho e a criação imediata de uma mesa de negociação.
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O protesto acontece em meio a mudanças no comando do Executivo estadual. Roberto Cidade assumiu o governo de forma interina após as renúncias de Wilson Lima e do vice Tadeu de Souza, ocorridas em abril, durante o período pré-eleitoral.
As entidades sindicais defendem que o governo adote postura semelhante à aplicada a outras categorias. No último dia 22 de abril, o Executivo anunciou pagamento de reajustes e promoções para agentes da segurança pública.
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Atualmente, a rede estadual conta com cerca de 20 mil servidores na saúde, segundo dados da SES-AM. Já na educação, números de 2022 apontam mais de 35 mil trabalhadores, incluindo profissionais efetivos e terceirizados.