Nesta quinta-feira (20/3), quando se celebra o Dia Mundial da Felicidade, saiba o valor do sexo quando se quer ficar mais feliz
Você está feliz com sua vida sexual? A resposta depende, claro, do interlocutor. Uma relação sexual pode ser extremamente prazerosa e trazer benefícios à saúde. Afirmar que a satisfação só vem do prazer físico seria intuitivo – mas não é isso que os dados mostram.
Nesta quinta-feira (20/3), quando se comemora o Dia Internacional da Felicidade, a coluna Pouca Vergonha destaca como o sexo pode ser um grande impulsionador desse sentimento.
A especialista em sexualidade e relacionamento Julia Giànerinni ressalta que toda vez que nos relacionamos sexualmente com alguém, ocorre a liberação hormonal de oxitocina, dopamina, serotonina, testosterona, endorfinas e prolactina.
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“A prática sexual, quando satisfatória, eleva a autoestima e a confiança daquele indivíduo, favorecendo a felicidade e a satisfação geral com a vida”, comenta. “Ou seja, fortalece o bem-estar, o vínculo afetivo, a redução de estresse e a conexão emocional do casal.”
Segundo e pesqisa publicado no Personality and Social Psychology Bulletin, na manhã seguinte a uma atividade sexual, as pessoas costumam ficar mais felizes. Para chegar a essa conclusão, foram observados 152 universitários por meio da manutenção de diários para registro dos comportamentos sexuais e emocionais de cada estudante.

De acordo com o estudo, qualquer tipo de experiência sexual pode ser capaz de melhorar o bem-estar e aumentar os níveis de felicidade. Entretanto, os pesquisadores perceberam que, apesar de algumas pessoas estarem mais felizes, isso não aumentava a recorrência do comportamento sexual, ou seja, o número de encontros íntimos não aumentava só porque o indivíduo estava mais contente.
Psicólogos que conduziram o estudo acreditam que os resultados apontam que sexo é um “meio” para que haja mais carinho, logo, as pessoas ficariam mais felizes.
“Nada como a experiência e a liberdade poética de explorar o que quisermos na hora do sexo. Cada um sabe e age dentro das suas limitações e valores, mas o sexo é o lugar no qual as pessoas têm mais liberdade”, pontua a especialista em sexualidade e relacionamento.

Fotos: Reprodução
Além disso, a profissional salienta que “todo sexo é sinônimo de felicidade se ele estiver bem alinhado entre o casal, se houver comunicação, permissão de testar coisas novas, entendimento de que ninguém sabe mais do próprio prazer do que nós mesmos.”
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Julia sugere, por fim, alinhar as expectativas e buscar uma comunicação sem julgamentos. “E, principalmente, o autoconhecimento”, a fim de alcançar uma felicidade extraordinária no sexo.
Fonte: Metrópoles