A paralisação do governo dos Estados Unidos já dura quase um mês e pode atrasar o cronograma da missão da NASA
A paralisação do governo dos Estados Unidos, iniciada em 1º de outubro deste ano, ainda não tem prazo para terminar. O Congresso do país não chegou a um acordo para aprovar um projeto orçamentário para estender o financiamento federal.
Conhecida como shutdown, a situação força as agências federais norte-americanas a reduzir quase todas as operações. Entre elas está a NASA, o que pode ameaçar operações como a Artemis II, a primeira missão tripulada que enviará astronautas para orbitar a Lua.
O programa Artemis visa levar astronautas de volta à Lua após mais de 50 anos. O primeiro passo foi o lançamento da Artemis I, em 2022, quando a NASA levou uma missão não-tripulada ao redor do nosso satélite natural.
Veja também

Boom da IA e alta das bolsas deixam bilionários ainda mais ricos
Motta avalia alternativas para acelerar reforma administrativa
Já a Artemis II deve ser lançada ao espaço em abril do ano que vem. Durante 10 dias, quatro astronautas vão testar a nave e os equipamentos essenciais para a futura missão de pouso lunar. São eles: Reid Wiseman, Victor Glover e Christina Koch, da NASA, além de Jeremy Hansen, da CSA (a Agência Espacial Canadense).
Ao fim desse trabalho, a cápsula Orion passará por uma reentrada em alta velocidade pela atmosfera da Terra antes de pousar em segurança no Oceano Pacífico, na costa de San Diego, onde uma equipe de recuperação da NASA e do Departamento de Defesa dos EUA resgatará a tripulação e a espaçonave.

Foto: Reprodução
Curtiu? Siga o PORTAL DO ZACARIAS no Facebook, Twitter e no Instagram.
Entre no nosso Grupo de WhatApp, Canal e Telegram
Se tudo ocorrer como o esperado, a última etapa do programa, a missão Artemis III, deve ser lançada em 2027. Nela, o homem voltará a pousar na Lua. A NASA espera que não haja atrasos neste cronograma, especialmente em função da preocupação de que os chineses possam alcançar este objetivo antes dos EUA.
Fonte: Olhar Digital