Em um jantar de Natal, Mark Mongiardo teve dificuldade até mesmo para pegar o garfo por causa dos sintomas da síndrome
A chamada síndrome da autocervejaria, também conhecida como síndrome da fermentação intestinal, é uma condição rara em que o próprio organismo produz etanol durante a digestão, fazendo com que a pessoa apresente sinais de embriaguez mesmo sem consumir bebida alcoólica.
O distúrbio ocorre quando microrganismos do intestino fermentam carboidratos e geram álcool em quantidades capazes de alterar o comportamento e até aparecer em exames como o bafômetro. Em casos relatados pela literatura médica, pacientes podem apresentar fala arrastada, tontura, confusão mental e perda de coordenação.
Pesquisas recentes indicam que a síndrome pode estar ligada a desequilíbrios na microbiota intestinal, com presença de bactérias capazes de produzir etanol em níveis elevados, transformando o intestino em uma espécie de “cervejaria interna”.
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Especialistas afirmam que a condição é subdiagnosticada e pode ser confundida com transtornos relacionados ao uso de álcool, o que dificulta o reconhecimento correto dos casos.
Apesar de rara, a síndrome já foi associada a situações em que pacientes foram acusados de dirigir alcoolizados sem terem ingerido bebida alcoólica, após testes indicarem presença de álcool no sangue.
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Médicos destacam que o diagnóstico exige investigação clínica detalhada e, em alguns casos, ajustes na dieta e tratamento para controlar a fermentação excessiva no intestino.