Cenário geral, no entanto, mantém declínio que já havia sido registrado no levantamento anterior; brasileiras com melhores posições no ranking, USP, UFRJ e Unicamp perderam colocações
Apenas cinco universidades brasileiras conseguiram melhorar suas posições no ranking mundial do Center for World University Rankings (CWUR) 2026. O resultado contrasta com o desempenho da maioria das instituições nacionais: das 52 universidades brasileiras presentes na lista, 45 perderam posições em relação ao ano anterior.
A instituição que registrou o maior avanço foi a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), que subiu 95 posições e passou do 827º para o 732º lugar no ranking global.
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Além da UFSC, outras quatro universidades brasileiras melhoraram seu desempenho:
Universidade de Brasília (UnB) – de 833º para 831º lugar;
Universidade Federal de Uberlândia (UFU) – de 1.294º para 1.283º;
Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) – de 1.367º para 1.347º;
Universidade Federal do Rio Grande (FURG) – de 1.644º para 1.629º.
Mesmo com a queda de posição, a Universidade de São Paulo segue como a universidade mais bem colocada do Brasil e da América Latina, ocupando a 119ª posição mundial. Já a Universidade Federal do Rio de Janeiro caiu para o 346º lugar, enquanto a Universidade Estadual de Campinas recuou para a 379ª colocação.
Segundo o CWUR, a principal razão para a perda de espaço das universidades brasileiras foi a queda nos indicadores de pesquisa científica. O critério tem peso significativo na metodologia do ranking e influenciou diretamente o desempenho de grande parte das instituições do país.
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O levantamento avalia cerca de 21 mil instituições de ensino superior em todo o mundo e divulga anualmente as 2 mil mais bem classificadas com base em critérios como qualidade da educação, empregabilidade dos alunos, qualificação do corpo docente e produção científica.