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STJ manda soltar MC Ryan SP após prisão em operação sobre esquema de R$ 1,6 bilhão investigado pela Polícia Federal
Foto: Reprodução

Os presos são investigados por associação criminosa, lavagem de dinheiro e evasão de divisas

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) determinou a soltura do funkeiro MC Ryan SP, que havia sido preso pela Polícia Federal no âmbito de uma operação que investiga um suposto esquema de lavagem de dinheiro estimado em cerca de R$ 1,6 bilhão.

 

A decisão foi tomada após análise do pedido de habeas corpus, no qual o ministro relator entendeu que a prisão temporária apresentava irregularidades. Segundo a avaliação do magistrado, o prazo inicial solicitado pela própria Polícia Federal era menor do que o período efetivamente aplicado, o que teria tornado a manutenção da prisão ilegal.

 

MC Ryan SP havia sido detido durante uma grande operação da PF que atingiu dezenas de investigados em diferentes estados do país. A investigação aponta a existência de uma organização criminosa suspeita de movimentar grandes quantias de dinheiro por meio de atividades ilegais, incluindo apostas clandestinas, uso de empresas de fachada, criptomoedas e outras formas de ocultação de recursos.

 

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A decisão do STJ também pode beneficiar outros investigados que se encontram em situação semelhante dentro do mesmo processo, desde que atendam aos critérios estabelecidos no habeas corpus. Entre os alvos da operação estão influenciadores e outros nomes ligados ao meio artístico e digital, que seguem sob investigação.

 

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Foto: Reprodução

 

A Polícia Federal continua apurando o caso, que ainda está em andamento e envolve análise de documentos, movimentações financeiras e materiais apreendidos durante a operação. Os investigados poderão responder por crimes como associação criminosa e lavagem de dinheiro, caso as suspeitas sejam confirmadas ao final do processo.

 

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O caso segue sob sigilo judicial em algumas etapas e novas decisões podem ser tomadas conforme o avanço das investigações e o andamento das análises feitas pelas autoridades competentes. 

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