Mesmo após habeas corpus, nova decisão judicial mantém MC Ryan SP preso em investigação bilionária
O Superior Tribunal de Justiça rejeitou, nesta segunda-feira (27/4), uma nova reclamação apresentada pela defesa do cantor MC Ryan SP e decidiu manter a prisão preventiva do artista e de outros investigados. A medida foi originalmente decretada pela Justiça Federal de Santos no âmbito da Operação Narco Fluxo.
A decisão foi assinada pelo ministro Messod Azulay Neto e analisou o argumento da defesa de que o alvará de soltura deveria ter sido cumprido após a concessão de habeas corpus pelo próprio STJ. No entanto, horas depois dessa decisão, a Justiça Federal determinou uma nova prisão preventiva dos investigados, atendendo a pedido da Polícia Federal.
Segundo a defesa, houve descumprimento da ordem de soltura, já que a nova decisão teria sido tomada antes da liberação efetiva dos investigados. Ainda assim, o STJ entendeu que a reclamação não tratava do mérito da prisão preventiva, mantendo a situação atual.
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O advogado Felipe Cassimiro afirmou que a equipe jurídica pretende recorrer a instâncias superiores por meio de novo habeas corpus, buscando discutir a legalidade da prisão.
Além de MC Ryan SP, a operação também envolve nomes como Poze do Rodo e Raphael Sousa Oliveira, além de outros investigados.
De acordo com a Polícia Federal, o grupo é suspeito de integrar um esquema que teria movimentado cerca de R$ 1,6 bilhão por meio de lavagem de dinheiro. A investigação aponta que valores de origem ilícita incluindo apostas ilegais, rifas e tráfico internacional de drogas teriam sido ocultados utilizando estruturas ligadas à indústria musical e ao entretenimento.
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A PF sustenta que a manutenção das prisões é necessária para garantir a ordem pública e assegurar a aplicação da lei penal enquanto as investigações seguem em andamento.