Corinthians foi punido por confusão em clássico contra o Palmeiras. Timão reverteu perda de mando de campo e suspensão de dois jogadores
O Pleno do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) decidiu reduzir parte das punições aplicadas ao Corinthians em decorrência dos incidentes registrados no clássico contra o Palmeiras, válido pelo Campeonato Brasileiro. O julgamento analisou os recursos apresentados pelo clube paulista após as sanções impostas em primeira instância relacionadas à confusão ocorrida no Dérbi.
Entre as principais mudanças, o tribunal optou por diminuir as suspensões de jogadores envolvidos no caso. O goleiro Hugo Souza teve sua punição reduzida, assim como o lateral Matheuzinho, ambos punidos anteriormente por situações ocorridas durante e após a partida. As penas iniciais foram revistas e ajustadas para um número menor de jogos de suspensão.
Além disso, o STJD também alterou a penalidade aplicada ao clube em relação à perda de mando de campo. Em vez da punição mais severa inicialmente determinada, a decisão foi convertida em uma medida alternativa, com restrição parcial de setor no estádio em uma partida futura, mantendo o Corinthians autorizado a atuar com presença de público em outras áreas.
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O caso teve origem nos episódios de confusão registrados após o apito final do clássico, incluindo discussões entre jogadores, membros das comissões técnicas e relatos de condutas consideradas inadequadas pela arbitragem e pela procuradoria do tribunal desportivo.

Foto: Reprodução
A decisão do Pleno representa uma revisão parcial das sanções anteriores, mantendo parte das punições, mas com redução das penalidades mais severas. O Corinthians ainda poderá cumprir as determinações restantes nas próximas rodadas do campeonato, conforme calendário definido pela Justiça Desportiva.
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O episódio segue como um dos desdobramentos disciplinares mais relevantes da temporada, envolvendo um dos maiores clássicos do futebol brasileiro e reforçando o rigor do STJD na análise de casos de indisciplina e conflitos em campo.