Rafael Caleffi criticou polarização em 2022, mas desde então estreitou laços com lideranças bolsonaristas
A escolha do suplente para a chapa de Carlos Bolsonaro ao Senado por Santa Catarina gerou repercussão após declarações antigas do indicado virem à tona. O político já havia feito críticas ao ex-presidente Jair Bolsonaro durante a pandemia, incluindo comentários sobre a postura do então presidente e questionamentos relacionados ao discurso contra vacinas.
O nome escolhido para ocupar a suplência é um ex-prefeito catarinense, que passou a ser associado à chapa de Carlos Bolsonaro na disputa pelo Senado em 2026. Após o anúncio, declarações feitas em anos anteriores começaram a circular nas redes sociais e provocaram debates entre apoiadores e críticos do grupo político.
Durante a pandemia de Covid-19, o suplente chegou a classificar Bolsonaro como “ogro” e “grosso” em críticas direcionadas ao comportamento do ex-presidente. Ele também se posicionou contra falas que colocavam em dúvida a vacinação, tema que gerou forte divisão política naquele período.
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A situação chamou atenção porque a chapa tem ligação direta com o núcleo bolsonarista em Santa Catarina. Carlos Bolsonaro, filho do ex-presidente, foi anunciado como candidato ao Senado pelo estado, enquanto a escolha dos nomes para compor a chapa passou a ser observada como uma estratégia política para ampliar apoio regional.
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O episódio abriu uma nova discussão dentro do campo político da direita, com adversários destacando as antigas declarações do suplente e aliados defendendo a composição da chapa. A disputa eleitoral de 2026 em Santa Catarina deve ser marcada por forte presença de nomes ligados ao bolsonarismo e pela busca por alianças estaduais.