Procedimento consiste na pesquisa de sangue oculto nas fezes por meio do teste imunoquímico fecal e será realizado a cada dois anos para o rastreamento do câncer colorretal. Novo protocolo havia sido anunciado em março pelo Ministério da Saúde
O Sistema Único de Saúde (SUS) passou a contar com uma nova tecnologia para ajudar no rastreamento do câncer colorretal, um dos tipos de câncer mais comuns no país. A novidade busca ampliar a identificação de casos ainda em estágios iniciais, quando as chances de tratamento e cura são maiores.
O novo exame utiliza tecnologia avançada para procurar sinais que possam indicar a presença da doença. A expectativa é que a ferramenta ajude os profissionais de saúde a identificar pacientes que precisam de uma investigação mais detalhada.
O câncer colorretal pode se desenvolver no intestino grosso e no reto e, em muitos casos, não apresenta sintomas nas fases iniciais. Por isso, o rastreamento tem papel importante na descoberta de alterações antes que a doença avance.
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A inclusão do teste na rede pública representa mais uma alternativa para ampliar o diagnóstico e facilitar o acesso da população à prevenção. A estratégia também pode contribuir para reduzir diagnósticos tardios e melhorar os resultados do tratamento.
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A orientação é que a população siga as recomendações das equipes de saúde e procure atendimento diante de sintomas ou fatores de risco. A avaliação médica continua sendo fundamental para definir quais exames devem ser realizados e quando o rastreamento é indicado.