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Suspeito ligado a esquema investigado pela PF morre após dois dias internado em BH
Foto: Divulgação

Luiz Phillipi Mourão, conhecido como “Sicário”, havia sido preso em operação que apura fraudes no Banco Master.

O corpo de Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, de 43 anos, foi liberado pelo Instituto Médico-Legal Dr. André Roquette na tarde deste sábado (7). A informação foi confirmada pela Polícia Civil de Minas Gerais, que informou que a liberação ocorreu após a realização dos exames necessários para que a família possa providenciar o velório e o sepultamento.

 

Conhecido pelo apelido de “Sicário”, Mourão morreu na sexta-feira (6) após permanecer dois dias internado em um hospital da cidade de Belo Horizonte.

 

De acordo com a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais, havia suspeita de morte cerebral. O óbito foi oficialmente confirmado às 18h55, após a conclusão do protocolo de morte encefálica, iniciado por volta das 10h15 do mesmo dia.

 

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Segundo a Polícia Federal, Mourão teria tentado tirar a própria vida na Superintendência Regional da corporação após ser preso durante a terceira fase da Operação Compliance Zero. A investigação apura suspeitas de irregularidades envolvendo o Banco Master.

 

Ele é apontado como um dos integrantes de um grupo ligado ao empresário Daniel Vorcaro, também alvo da operação. De acordo com os investigadores, Mourão teria papel central na coordenação operacional de um grupo conhecido como “A Turma”.

 

As investigações indicam que o grupo atuava na coleta de informações, monitoramento e intimidação de pessoas consideradas adversárias, incluindo autoridades públicas, ex-funcionários e jornalistas.

 

Ainda segundo as autoridades, Mourão possuía histórico criminal com registros por furto qualificado, ameaças e infrações de trânsito, além de já ter sido investigado anteriormente por crimes como estelionato e associação criminosa.

 

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Até o momento, a defesa informou que não há detalhes divulgados sobre o local e o horário do enterro. 

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