Eduardo e Guilherme foram presos com armas e drogas e já confessaram ser os autores do ataque a tiros que deixou um oficial da Polícia Militar baleado
O tráfico de drogas teria dado a ordem para que fossem disparados tiros, com o objetivo de impedir a realização do comício de candidatos ligados ao Governo do Amazonas.
Essa, pelo menos, é a versão dos dois homens presos, identificados como Guilherme e Eduardo, que confessaram o crime e afirmaram ter recebido a ordem dos líderes do tráfico daquela área da cidade.
O ataque a tiros aconteceu na noite de quinta-feira, no bairro Novo Israel, Zona Norte de Manaus, quando os dois homens apareceram no local em uma motocicleta.
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Eduardo acusou o traficante "Macaco"
como um dos mandantes do crime
Nesse episódio que antecedeu o comício, o capitão da Polícia Militar Israel Queiroz, que era o responsável pela segurança dos candidatos durante o evento político, foi baleado com um tiro na perna direita.
Os dois homens foram presos na mesma noite, na comunidade Celebridade, bairro Colônia Terra Nova, com muita droga, armas de fogo e munições.
Ambos foram interrogados e confessaram que receberam ordens para impedir que o comício, que teria a presença do governador Roberto Cidade e do ex-governador Wilson Lima, fosse realizado no bairro Novo Israel.

Guilherme confessou que a ordem é impedir realização
de comícios do Governo e acusou traficante "CL" que
está no Rio de Janeiro (Fotos: Divulgação)
Os traficantes “Macaco” e “CL”, que é foragido de Justiça e está no Rio de Janeiro, deram a ordem, segundo os dois homens presos, após o ataque a tiros.
Os dois suspeitos presos também confirmaram que a ordem dos líderes do tráfico de drogas está mantida e não é para permitir realização de comícios do governador Roberto Cidade (candidato à reeleição) e de Wilson Lima (candidato ao senado).
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A dupla de traficantes e que confessou o ataque a tiros, foi apresentada no 6º Distrito Integrado de Polícia (DIP) e uma investigação está em andamento.
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