Para governador de São Paulo, mudança mal calibrada pode levar a perda de renda e informalidade ao gerar mais encargos para empresas
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, afirmou nesta segunda-feira (18) que discussões sobre o possível fim da escala 6x1 no Brasil precisam considerar tanto os direitos dos trabalhadores quanto a realidade dos empregadores.
Segundo ele, não seria possível tratar mudanças na jornada de trabalho sem avaliar os impactos econômicos sobre as empresas e a manutenção dos empregos. O governador disse ainda que “não adianta cuidar do trabalhador sem cuidar do empregador”, ao comentar o tema durante um evento em São Paulo.
Tarcísio também criticou a forma como o debate vem sendo conduzido, defendendo que qualquer alteração na legislação trabalhista seja feita com cautela para evitar efeitos como aumento da informalidade ou redução do poder de compra dos trabalhadores.
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A proposta de revisão da escala 6x1 tem sido discutida por movimentos sociais e parte do Congresso Nacional, que defendem a redução da jornada semanal como forma de melhorar a qualidade de vida dos trabalhadores.
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O tema, no entanto, divide opiniões entre representantes do setor produtivo e defensores da mudança, e ainda não há consenso sobre possíveis alterações na legislação trabalhista brasileira.