Taxista movimentou quantia em apenas seis meses, repassando parte do valor diretamente para um homem apontado como chefe da milícia
Em apenas seis meses, um taxista acostumado a fazer corridas no centro do Rio de Janeiro movimentou mais de R$ 1,5 milhão em suas contas bancárias. No entanto, a dinheirama não tinha nada a ver com o transporte de passageiros.
O homem é um dos alvos de uma operação deflagrada pela Polícia Civil do Rio de Janeiro (PCERJ), nesta quarta-feira (26/3), contra a lavagem de dinheiro da milícia que atua na comunidade do Quitungo, em Brás de Pina, na zona norte do Rio.
O taxista repassava parte do valor diretamente para um homem apontado como chefe da organização criminosa. As investigações indicam que o esquema utilizava empresas de fachada para ocultar recursos ilícitos.
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As investigações da operação “Pecunia Sanguinis” revelaram um esquema de movimentação financeira suspeita que ultrapassa R$ 10 milhões. O principal alvo é um policial militar, apontado como chefe da quadrilha.
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O Departamento Geral de Combate à Corrupção, ao Crime Organizado e à Lavagem de Dinheiro (DGCOR-LD), por meio da Delegacia de Combate às Organizações Criminosas e à Lavagem de Dinheiro (DCOC-LD), pretende desarticular uma rede criminosa que utilizava empresas de fachada para ocultar a origem e o destino dos valores ilícitos.
Fonte: Metrópoles