Com menos de um ano de atuação no mercado nacional, a Temu se tornou a plataforma de e-commerce asiática mais acessada do Brasil, superando a Shopee, alcançando um total de 58 milhões de acessos em seu aplicativo. É o que aponta um relatório do banco Citi, como revelou o jornal O Globo na terça-feira (29).
O número recorde de usuários mensais ativos da Temu foi alcançado em março, de acordo com dados da SimilarWeb, enquanto a Shopee registrou 56 milhões de acessos no mesmo período. A empresa vem apresentando um grande crescimento desde a sua chegada ao país em junho do ano passado.
No segundo mês, ela havia desbancado empresas tradicionais no comércio eletrônico e bastante conhecidas pelos consumidores como Amazon e Casas Bahia, ao atingir 19 milhões de usuários. Já no final do ano, foi a vez de o Mercado Livre ficar para trás, com a loja online chinesa superando 35 milhões de acessos em smartphones.
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Há a expectativa de que a Temu cresça ainda mais por aqui em decorrência da taxação imposta pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Caso o cenário de restrições se mantenha, o Brasil se tornaria uma opção viável de investimentos para a empresa.
QUAIS SÃO OS DIFERENCIAIS DA TEMU?
Lançada em 2022, a Temu pertence ao conglomerado chinês PDD Holding, que também administra a Pinduoduo, e-commerce focado na China. Assim como os concorrentes, ela vende de tudo, de roupas a calçados, passando por acessórios, eletrônicos, produtos para a casa, celulares, eletrodomésticos, móveis e muito mais.
Além de preços baixos e investimento em marketing, a plataforma de compras online aposta em algumas estratégias para se diferenciar e atrair clientes. Entre, elas, vale destacar:
Especialistas do segmento acreditam que essa abordagem gera um “boca a boca digital”, fazendo com que mais pessoas fiquem interessadas em conhecer o marketplace. Clientes das classes C e D estão entre os principais alvos da Temu.
TEMU TEM VALOR MÍNIMO PARA COMPRAS?
Ao fazer compras na Temu, é importante ficar atento ao valor mínimo para pedidos estabelecido pelo app chinês. Atualmente, este valor é de R$ 99 e a empresa justifica a medida como forma de garantir o custeio dos serviços logísticos e a manutenção de preços competitivos.
Mesmo com essa política, a loja online chinesa possui um ticket médio mais baixo do que as rivais, como destaca a publicação. No Mercado Livre, o gasto médio é de R$ 340, valor que pode chegar a R$ 400 na Magazine Luiza.
Foto: Reprodução
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Fonte: MSN