Há quase 20 dias, Ludivine Payet desembarcou no Brasil com os quatro filhos para comemorar os 38 anos do marido Dimitri Payet, em 29 de março. Na mesma data do aniversário, a 23 quilômetros do Aeroporto Internacional Tom Jobim, onde pousava a francesa, Larissa Ferrari registrava um boletim de ocorrência por agressão e violência psicológica contra o camisa 10 do Vasco, na Delegacia da Mulher, em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio .
O término do caso que a advogada e o atleta mantiveram por meses aconteceu quando ele avisou que a mulher e mãe de seus quatro filhos estaria na casa dele para as comemorações.
"Eu sabia que ela estaria no Brasil. Veio para o aniversário dele no dia 29 de março. Ele me avisava quando a família estaria aqui, que não poderíamos nos ver, e para que eu saísse de cena", conta Larissa.
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Foto:Reprodução
Discreta e longe dos holofotes, Ludivine só voltou a postar em suas redes sociais há poucos dias, quando já era de conhecimento público o envolvimento entre Payet e Larissa, e também as denúncias feitas por ela, o que levou muitos a pensarem que ela havia vindo até o Brasil após a crise.
Ludivine, no entanto, parece alheia ao que acontece à sua volta. Depois de assistir à vitória do Vasco contra o Sport Recife, na noite de sábado, 12, no Estádio São Januário, e de visitar o Cristo Redentor, a francesa resolveu passar uns dias em Paraty.
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Ela e uma amiga, também francesa, além de seus quatro filhos com o jogador, passearam de lancha, beberam água de coco e Ludivine se rendeu às caipirinhas: "Paixão por caipirinha", compartilhou ela, num restaurante.
Fonte:Extra