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Coronavírus
11/07/2020

Total de casos da Covid-19 sobe para 1.840.812 no Brasil, diz consórcio de veículos de imprensa em boletim das 20h

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Foto: Divulgação

O Brasil tem 1.840.812 casos confirmados do novo coronavírus e 71.492 mortes causadas pela doença, conforme indica o boletim das 20h do consórcio de veículos de imprensa formado por O GLOBO, Extra, G1, Folha de S.Paulo, UOL e O Estado de S. Paulo neste sábado. Os números são consolidados a partir das secretarias estaduais de Saúde.

 

As estatísticas da pandemia no Brasil são divulgadas três vezes ao dia. O próximo levantamento será publicado às 8h de domingo. A iniciativa dos veículos da mídia foi criada a partir de inconsistências nos dados apresentados pelo Ministério da Saúde na gestão do interino Eduardo Pazuello.

 

Desde o último boletim fechado, às 20h da última sexta-feira — dia em o país ultrapassou a marca dos 70 mil mortos —, foram notificados 36.474 novos casos de Covid-19 e 968 mortes a mais pela doença. A média móvel de óbitos nos últimos 7 dias é de 1.018 por dia.

 

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À época em que o consórcio dos veículos de imprensa foi lançado, no dia 8 de junho, o Brasil contava com 36,4 mil mortes por coronavírus. Em pouco mais de um mês, portanto, a quantidade de óbitos por coronavírus mais do que dobrou.

 

O boletim divulgado pelo Ministério da Saúde, neste sábado à noite, aponta que o Brasil tem 1.839.850 casos do novo coronavírus e soma 71.469 mortes pela doença. No registro das últimas 24h, foram contabilizados 39.023 novos casos e 1.071 óbitos. Do total de mortes, 263 foram dos últimos três dias. Ainda de acordo com os dados, 1.110.873 pessoas infectadas estão recuperadas. Há também 3.974 óbitos em investigação.

 

Remédios e vacina a todos


Neste sábado, o bilionário americano Bill Gates se declarou otimista a respeito da luta contra a Covid-19 e defendeu a distribuição de remédios e vacinas aos que precisam, e não os que poderm pagar as maiores quantias.

 

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Se deixarmos que os medicamentos e as vacinas sigam para os que oferecem os maiores preços, ao invés das pessoas que mais precisam, teremos uma pandemia mais longa, mais injusta e mais letal — afirmou o fundador da Microsoft. — Precisamos de líderes para tomar decisões firmes para uma distribuição baseada na equidade e não apenas em fatores relacionados com o mercado.

 

O Globo

 

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