A eventual paralisação dependerá das negociações com a estatal e da avaliação dos funcionários sobre o Plano de Reestruturação dos Correios
Trabalhadores dos Correios realizam nesta quinta-feira (13) assembleias para discutir os próximos passos da categoria e avaliar a possibilidade de uma greve nacional em setembro. A eventual paralisação dependerá das negociações com a estatal e da avaliação dos funcionários sobre o Plano de Reestruturação dos Correios.
A mobilização ocorre em meio à insatisfação dos trabalhadores com medidas adotadas pela empresa desde janeiro. A Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios e Telégrafos (Fentect) cobra alterações no programa e afirma que alguns pontos representam retirada de direitos da categoria.
Segundo o secretário-geral da Fentect, Emerson Marinho, a possibilidade de greve está diretamente ligada à manutenção das medidas previstas no atual plano de reestruturação. A entidade sindical defende que a direção dos Correios reveja os pontos considerados prejudiciais aos funcionários.
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As assembleias desta quinta-feira serão utilizadas para avaliar a adesão da categoria a uma possível paralisação. Caso não haja avanços nas negociações e a empresa não altere o plano, os trabalhadores poderão aprovar uma greve nacional para setembro.
O Plano de Reestruturação dos Correios está em execução desde janeiro e se tornou o principal ponto de conflito entre a direção da estatal e os representantes dos funcionários.
A Fentect afirma que as mudanças implementadas podem afetar direitos trabalhistas e pede que a empresa reveja o planejamento.
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Até o momento, não há confirmação de uma greve dos Correios em setembro. A paralisação poderá ser definida somente após as deliberações dos trabalhadores e conforme o andamento das negociações com a estatal.