Corpo de brasileira vai passar por Dubai antes de ir para o Rio de Janeiro
A Emirates Airlines anunciou, nesta segunda-feira (30), que o translado do corpo de Juliana Marins, brasileira que morreu após cair em trilha de vulcão na Indonésia, será iniciado nesta terça (1º).
“A Emirates confirma que o corpo de Juliana Marins, cidadã brasileira que faleceu na Indonésia, será transportado para Dubai em 1º de julho e, posteriormente, para o Rio de Janeiro em 2 de julho”, declarou em nota publicada no g1.
A companhia aérea disse que estava negociando a logística do transporte com "autoridades relevantes" para "facilitar o transporte", mas restrições operacionais tornaram inviáveis os preparativos anteriores. "A família foi informada sobre a confirmação das providências logísticas. A Emirates estende suas mais profundas condolências à família durante este momento difícil", completa a nota.
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FAMÍLIA FEZ APELO
A família de Juliana usou as redes sociais, neste domingo (29), para pressionar a empresa, que não havia confirmado o voo. Em stories publicados no perfil do Instagram criado para dar notícias a respeito da busca pela jovem, a família narrou mais um obstáculo que está enfrentando.
"Estamos tentando confirmar o voo que trará Juliana para o Brasil, para o aeroporto do Galeão (Rio de Janeiro). Porém, a Emirates de Bali não quer confirmar o voo!". Na postagem, eles lamentam que "é descaso do início ao fim. Precisamos da confirmação do voo da Juliana [de modo] urgente. Precisamos que a Emirates se mexa e traga Juliana para casa!".
Outra publicação na página informa ainda que já estava tudo certo com o voo. "Já estava confirmado, mas a Emirates em Bali não quer trazer minha irmã pra casa. Do nada o bagageiro do voo ficou 'lotado'. Pedimos que o descaso com Juliana acabe!" Ao jornal GLOBO, a irmã de Juliana diz que está 'muito difícil', e denuncia que corpo não foi embarcado por alegação de 'bagageiro lotado'.
"O voo que traria Juliana já estava confirmado, estando tudo pago e acertado, sairia de Bali no domingo, às 19h45. Porém, misteriosamente, o bagageiro ficou 'lotado' e a Emirates disse que só traria Juliana em outro voo, se fosse até São Paulo. Que não se responsabilizaria pela chegada dela no Rio", disse Mariana Marins, ao GLOBO.
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A família contou ainda que a Emirates havia garantido o transporte até o aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, mas agora só aceita fazer o trajeto até São Paulo. “Tá muito difícil”, desabafou Mariana. "Parece proposital, já que o embalsamamento tem apenas alguns dias de validade. O medo é que, em nova autópsia, descubramos mais coisas?", questiona a irmã.
Fonte: Correio 24h