Americana foi informada por mensagem que pet tinha morrido durante o sono e sido cremado sem o seu consentimento
Um treinador de cães da cidade de Irving (Califórnia, Estados Unidos) é acusado de crueldade animal após pelo menos 11 cachorros morrerem enquanto estavam em seus cuidados. Ele e a namorada também são investigados pela tentativa de ocultar evidências e enviar corpos para diferentes crematórios.
Kwong Chun Sit, chamado de Tony, de 53 anos, e Tingfeng Liu, de 23, estão presos sob fiança de US$ 550 mil (cerca de R$ 3 milhões), valor aumentado depois que as autoridades descobriram que o casal estava pronto para fugir. Eles enfrentam diversas acusações, incluindo crueldade e abuso animal.
A investigação começou após a tutora de um dos pets que Tony cuidava receber uma mensagem informando que seu cachorro havia morrido dormindo e sido cremado, sem seu consentimento.
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Nas redes sociais, Aimee Gutierrez afirmou que uma cadela da raça pastor-belga malinois, batizada de Saint, tinha morrido durante o sono. Ela tinha adotado o pet algumas semanas antes.
Exames em alguns cães revelaram que dois morreram por insolação e outro por trauma contundente. Outros corpos, inclusive alguns já cremados, foram recuperados para investigação.
Tony era diretor do serviço de adestramento K9 Academy, e oferecia treinamento comportamental e hospedagem, mas sem endereço fixo para os cachorros.
A polícia alertou que podem existir mais vítimas, já que ele operava com diferentes nomes comerciais na região.
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Se condenados, Tony pode pegar até 13 anos de prisão, e Liu até quatro anos.
Fonte: Extra