Torcida espanhola promoveu cantos islamofóbicos durante amistoso com o Egito
O clima ficou pesado depois de um escândalo envolvendo racismo em um amistoso internacional e a repercussão chegou direto ao topo do futebol europeu. O técnico do Real Madrid, Álvaro Arbeloa, saiu em defesa da Espanha e afirmou que o país não pode ser rotulado como racista.
A declaração veio após cantos considerados islamofóbicos durante o jogo entre Espanha e Egito, que chocaram torcedores e repercutiram em todo o mundo. Mesmo diante da polêmica, o treinador fez questão de minimizar a generalização e disse que esses episódios não representam a sociedade espanhola.
O caso gerou indignação e abriu mais uma ferida no futebol europeu. Durante a partida, torcedores chegaram a entoar gritos ofensivos ligados à religião, o que levou até autoridades e entidades esportivas a se manifestarem contra o episódio.
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A situação rapidamente saiu do controle e virou assunto político e esportivo, com cobranças por punições e medidas mais duras para combater o preconceito dentro dos estádios.
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Mesmo assim, o treinador do gigante espanhol preferiu adotar um tom mais cauteloso, reforçando que atitudes isoladas não podem definir um país inteiro, enquanto a pressão por respostas só aumenta nos bastidores do futebol europeu.