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Política no Amazonas
Tribunal de Contas do Estado do Amazonas abre investigação contra Presidente da Câmara de Manacapuru por falta de transparência
Foto: Reprodução

O presidente da Casa, vereador Jefferson Batalha do Nascimento, assinou uma portaria que designa um auxiliar de serviços gerais para atuar como responsável pelo Setor Patrimonial do Legislativo

Após matéria vinculada no Portal Abutre da Notícias sobre os desmandos e desvios na folha de pagamento da Câmara Municipal de Manacapuru, o Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE-AM), resolveu abrir uma investigação contra o presidente da casa legislativa, o vereador Jefferson Batalha do Nascimento (Republicanos).

 

De acordo com o TCE-AM, a falta de transparência na folha de pagamento de funcionários e agentes políticos na Câmara Municipal de Manacapuru, deve causar danos ao erário público e gerar desvio de verbas e finalidade dentro da casa legislativa municipal.

 

Ainda segundo informações, o presidente da Câmara Municipal de Manacapuru, deixou de publicar a folha de pagamento da casa legislativa, o que fere a Lei da Transparência.

 

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ENTENDA O CASO

 

Em meio a denúncias sobre pagamentos irregulares e suspeitas de “super salários” na Câmara Municipal de Manacapuru, uma nova medida administrativa chamou atenção e gerou polêmica. O presidente da Casa, vereador Jefferson Batalha do Nascimento, assinou uma portaria que designa um auxiliar de serviços gerais para atuar como responsável pelo Setor Patrimonial do Legislativo.

 

O servidor em questão, Daniel Ferreira Falcão, é efetivo em um cargo de nível básico, mas consta em levantamentos internos com salário mensal acima de R$ 7 mil — valor que estaria em desacordo com a natureza do cargo original. A Portaria nº 079/2025, publicada no dia 1º de abril e retificada por errata em 6 de maio, está sendo interpretada nos bastidores como uma tentativa de justificar a remuneração elevada com a acumulação de função gratificada.

 

Fotos: Reprodução

 

Embora legal do ponto de vista formal, a nomeação gerou questionamentos sobre critérios técnicos e meritocráticos, especialmente porque a nova função exige responsabilidade sobre o patrimônio público e capacidade administrativa específica.

 

A decisão acontece em um momento delicado, em que a Câmara é alvo de críticas por supostos favorecimentos políticos, nomeações sem critérios técnicos e remunerações infladas. Vereadores da oposição e entidades de controle social já acionaram o Ministério Público do Estado do Amazonas (MPAM) para que apure a legalidade dos pagamentos e possíveis manobras administrativas.

 

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TRANSPARÊNCIA SOB PRESSÃO

 

O caso escancara a necessidade urgente de transparência na concessão de funções gratificadas e gestão dos recursos públicos. A sociedade civil e órgãos de fiscalização intensificam a pressão por ações efetivas, especialmente diante de indícios de que medidas administrativas possam estar sendo usadas para maquiar irregularidades funcionais. 

 

Fonte: Portal O Abutre

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