Ex-sinhazinha do Gatantido, Djidja Cardoso, mãe Cleusimar Jesus e o irmão Ademar Farias
A desembargadora Luíza Cristina Marques, do Tribunal do Justiça do Amazonas (TJAM) anulou nesta segunda-feira, 22, a sentença condenatória de Cleusimar de Jesus Cardoso e Ademar Farias Cardoso Neto, mãe e irmão da Djidja Cardoso, a ex-sinhazinha do Boi Garntido, que morreu no dia 28 de maio de 2024 em Manaus.
O cerceamento de defesa foi determinado como motivo principal da anulação da sentença tendo em vista que os laudos toxicológicos, relacionados às substâncias apreendidas pela polícia, foram anexados aos autores processuais, com atraso, sem dar prazo legal para manifestação dos advogados dos réus.
A nulidade processual foi concedida e a Primeira Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Amazonas também determinou o retorno dos atos e que todo o processo seja refeito e garantido o direito de ampla defesa dos réus Cleusimar Jesus, Ademar Farias e outros cinco réus, condenados a mais de dez anos, casa um durante o julgamento em 1ª instância.
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Djidja morreu em maio do ano passado e
mãe e irmão haviam sido condenados pela
Justiça (Foto: Divulgação)
Além da mãe e do irmão de Djidja Cardoso, foram condenados Verônica da Costa Seixas, José Máximo Silva de Oliveira, Hatus Moraes Silveira, Sávio Soares Pereira e Bruno Roberto da Silva Lima. De acordo com informações, o processo deverá retornar a 3ª Vara de Delitos de Tráfico de Drogas, para que os advogados façam a ampla defesa dos seus clientes.
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Apesar da anulação de anulação da sentença condenatória a Justiça não concedeu a liberdade para Cleusimar Jesus e Ademar Farias, motivo pelo qual os advogados pretendem ingressar com habeas corpus no Superior Tribunal de Justiça, para que mãe e filho fiquem em liberdade até ocorrer outro julgamento, desta vez garantido o direito de ampla defesa.